Dino, o mascote d'O Muro

quarta-feira, 9 de maio de 2012

ANOTAÇÕES DE UM POETA À TOA


I

Forço a poesia para que ela aconteça. Derramo o pote das palavras e encho de fragrâncias e temperos estas páginas inodoras, insossas.


II
Abro a caneta. Deixo verter as palavras até que escorram pelas sarjetas deste caderno. A poesia há de surgir como um barquinho de papel.

[gORj]

2 comentários:

Enzo Carlo Barrocco disse...

Os dois são sensacionais. Visão poética. Só se domina a palavra quando se é poeta. Seu blog é um dos meus caminhos. Abraços.

Angela disse...

a poesia baixou na sua alma. bem vinda!