Dino, o mascote d'O Muro

quarta-feira, 21 de março de 2012

A CURVA


Várias vezes o carro capota. Da lataria amassada, o motorista consegue sair e subir até a rodovia. Atrás, ouve-se a explosão; o veículo se consumindo em chamas. No acostamento, enquanto ele olha a cena, surge um cão, que se aproxima abanando o rabo. O adulto reconhece seu cachorro de infância. Ambos mortos num acidente de carro.

[gORj]

5 comentários:

Angela disse...

Ambos mortos num acidente de carro.
Que ambos?
creio que esta frase é desnecessária.

W.G. disse...

Quis estabeleceu um coincidência na morte de ambos: o motorista e o seu cão, que também morrei por conta de um acidente de carro.

Um outro leitor (o escritor J. Marins) também me chamou a atenção para esse desfecho redundante.

Abraços.

W.G. disse...

*que também morreu

Angela disse...

Sim, também morto num acidente de carro, ficaria melhor, mas acho que sem esta frase o conto está completo e bastante claro.
O cachorro da infância de um homem adulto não estaria mais vivo.
Creio que a dedução feita pelo leitor é mais impactante. Mas, a escolha é sua, meu querido Wilson.

Rodrigo disse...

O motorista morreu,então logo encontra o seu cão de infância,que havia morrido num acidente de carro.
A parte dele subindo,ouvindo explodir e vendo as chamas no carro,faz parecer que ele tinha se salvado.