Dino, o mascote d'O Muro

sexta-feira, 3 de julho de 2009

VAMPIRISMO


A balada estava rendendo. Ficara já com quatro caras, incluindo aquele sujeito estranho; rapaz meio esquisito, todo vestido de preto (o maldito lhe dera um chupão doido no pescoço!).
Tantos beijos. Hora de recompor o batom.
No banheiro, não conseguiu se encontrar.
O espelho devolvia a imagem de uma pessoa vazia.
.
[wgorj]

2 comentários:

Angela disse...

Gosto muito deste conto!
talvez muita gente fique 'vazia' mesmo sem vampiros, apenas por ficar com tantos ou tantas...

Cynthia Lopes disse...

Wilson, este é um conto bem atual, também gosto muito dele. bjs