Dino, o mascote d'O Muro

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

ALGUNS CRIMES EXEMPLARES

Nunca tiveram vontade de assassinar um vendedor de bilhete de loteria, daqueles que não largam do pé, pegajosos, suplicantes? Já fiz isso, em nome de todos nós.
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ERRATA
Onde se lê:
Matei-a porque era minha.
Leia-se:
Matei-a porque não era minha.
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Negou ter-me pedido emprestado o quarto volume...
Um buraco nas costelas, como aquele na prateleira.

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Foi por pura teimosia. Não custava nada para ele ter feito. Que não, não e não. Vocês não podem imaginar. Há gente assim. Mas quanto menos houver, melhor.

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Max Aub

Autor do livro Crimes Exemplares, editora Amauta Editora.

Um comentário:

Angela disse...

Uau! Quanta agressividade! Este parece estar pior do que eu com minha tolerância de inverno no Alaska.
Ainda bem que as artes, e a literatura entre elas, têm uma função terapêutica!