Dino, o mascote d'O Muro

terça-feira, 23 de junho de 2009

MICROCONTOS REUNIDOS



E-book TAMANHO NÃO É .DOC
microcontos publicados no twitter
Erik Kurkowski Weber
Fábio Cunha P. Coelho
Henry Alfred Bugalho
Rafael T. Okada
W. Gorj
*[Opção 2.] > leitura dinâmica!
*
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7 comentários:

Angela disse...

Foi bom ler contos seus que eu não conhecia.
Acho que alguns colegas deviam te pagar bem caro para melhorar o nível da publicação deles.

Sinto não estar sendo polida o suficiente mas fico injuriada vendo tanto português mal escrito e tanta besteira publicada!
Se gostam de escrever e querem torná-lo público, que aprendam o ofício!
Hoje, todos e qualquer um se acham capazes e viram escritores sem embasamento algum, fico besta de ver tanta banalidade!

Henry Alfred Bugalho disse...

"Hoje, todos e qualquer um se acham capazes e viram escritores sem embasamento algum, fico besta de ver tanta banalidade!"

Por acaso você já parou para ver a listagem dos mais vendidos da VEJA, Angela?

Banalidades, pseudoliteratura e autores sem embasamento são os que mais publicam e vendem.

Bem-vinda ao mundo da Literatura... ;)

Angela disse...

Wilson, desculpe mais uma vez, mas vou usar seu espaço para responder ao Henry, seu comentarista:
Não perco tempo em ler a VEJA, muito menos os mais vendidos de qualquer tipo. Hoje. tenho alergia a tudo que inclui os verbos vender e comprar, além de outras palavrinhas que indicam valores pobres e deteriorados.
Não considero, portanto este "mundo da literatura" que menciona. Literatura? de que mundo?

Henry Alfred Bugalho disse...

"Não considero, portanto este "mundo da literatura" que menciona. Literatura? de que mundo?"

Essa é uma boa pergunta, Angela.

O problema é que não existe uma definição consensual do que seja literatura. E assim como a minha palavra não é definitiva sobre o assunto, a sua também não é.
Então, neste sentido, Paulo Coelho, James Joyce, Augusto Cury, Chuck Palahniuk, Dickens, Balzac, Zíbia Gaspareto, Sófocles e Dan Brown é tudo literatura, até que se prove o contrário.
Vale lembrar que, além de você, existem outros seis bilhões de pessoas no mundo, e você não considerar algo como literatura está longe de significar que não seja.

Neste caso, subjetivismo é um argumento muito fraco. Convenhamos que entre você dizer - "não gosto de pizza, logo isto não é comida de verdade" e você dizer "não gosto deste autor comercial, logo não é literatura de verdade" são pressuposições reducionistas ao extremo.
Quer dizer, você não gosta, mas há muita gente que gosta... E daí? Sua opinião é melhor que as dos outros? Por quê?

Lilly Falcão disse...

Nem li e já gostei! ;) Parabéns pela iniciativa - a LITERATURA agradece!:)
\o/

Angela disse...

Garoto! vc está a fim de descarregar alguma coisa. Está discutindo no espelho, além de seu narcisismo e revolta, o que sobra?

Henry Alfred Bugalho disse...

Oi, Angela.

Não sou revoltado, e talvez apenas um pouco narcisista. :D

Mas você sempre recorre ao pessoal na falta de argumentos, ou abriu uma exceção pra mim?