Dino, o mascote d'O Muro

quarta-feira, 2 de julho de 2008

FÍGARO!

Ignorava que a amante era casada com um barbeiro.
Por ironia do destino, um dia foi barbear-se, justamente, no salão do marido traído.
O destino não é só irônico. Às vezes, é também cruel.
A par de tudo, o barbeiro lavou a honra com sua melhor navalha.
[w.G.]+3

6 comentários:

Milton Ribeiro disse...

Excelente!

Angela disse...

O conto é ótimo mas a história injusta. E o que fez o barbeiro a sua mulher?

Eduardo Sabbi e Ibbas Filho disse...

Bão demais teu blog! E as imagens nos minicontos ficaram muito boas! Grande abraço!

Anônimo disse...

figaro figaro fiiiiii...

wilson gorj disse...

Angela,

Fazer o quê? Existem cornos assim. E muitos. Para esses, a mulher sempre merece uma segunda chance.
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Aos outros,

Grato pelos comentários.

Abraços a todos.

Jonatan Bandeira disse...

Ai, ai... nunca lavar a alma doeu tanto... rs
Abraço!