Dino, o mascote d'O Muro

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

BORBOLETA DE PAPEL


Comemorávamos o aniversário da minha sogra em uma pizzaria. Reunidos em torno da mesa, estávamos eu, minha noiva, os pais dela e o irmão, que se fazia acompanhado de sua esposa e do casal de filhos pequenos.
Em determinado momento, como o papo geral não me interessasse mais, voltei minha atenção para o filho do meu cunhado (à época, um menino de aproximadamente três anos).

Para entretê-lo, peguei um guardanapo de papel, dobrei-o em forma de triângulo e o prendi entre os dedos, deixando-lhe as pontas livres. Desse modo, o indicador segurava-o por cima, enquanto por baixo apoiavam os dedos médio e anular.

Ao balançar a mão, fiz com que o guardanapo adejasse as duas extremidades, batendo-as igual às asas de uma borboleta. [...] + clique.


[w.G.] + Grafias.

2 comentários:

Angela disse...

Que coisa mais doce! Dia destes quem sai voando por aí é você, já que seu espírito tem lindas asas!

ઇ‍ઉVannessa Adriana Butterfly ઇ‍ઉ disse...

Olá, uma grata surpresa ter encontrado esse seu espaço! Amei o que li! De uma simplicidade singular, mas que fala tudo conseguindo calar qualquer pensamento ou sentimento ruim. Sou apaixonada por borboletas, e nunca havia lido um texto que retratasse o surgimento de tal de uma maneira maravilhosa, despretensiosamente rica... Obrigada por me fazer voar por seu recanto, e pairar nessa flor que me trouxe um vitaminado e delicioso néctar! Vannessa Adriana Butterfly