O POEMA
Uma formiguinha atravessa, em diagonal, a página ainda em branco. Mas ele, aquela noite, não escreveu nada. Para quê? Se por ali já havia passado o frêmito e o mistério da vida...
Mario QuintanaO texto acima foi extraído do livro Sapato Florido.
Um comentário:
Só pode estar no céu, poetando não acha? Covardia da vida um cara destes mudar de casa antes de todo o mundo!
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